Frente Social rebate coletivo contraditório e  desvenda  segredos

26/10/2025 em Sociedade

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Frente Social rebate coletivo contraditório e  desvenda  segredos

As organizações sindicais da Educação e Saúde anunciam a paralisação de 27 a 31 de Outubro, exigindo do governo o pagamento de dívidas, efetivação dos Técnicos de dois setores e melhoria de condições de trabalho. Greve cuja resistência de um coletivo de professores que apoia a candidatura de Umaro Sissoco Embaló para um segundo mandato, como acontecera em 2019.

O coletivo cujo líder, Domingos Sanhop Sambú, pessoal dirigente do Ministério da Educação e candidato a deputado na Plataforma Republicana NÓ KUMPU GUINÉ, apela os professores a não aderirem a greve de Frente Social, alegando a ilegitimidade dos órgãos dos respetivos sindicatos da Educação.

Em réplica, Frente Social, por intermédio de uma nota informativa torna pública este domingo, 26 de outubro, manifesta sua tristeza com as declarações de Sanhop Sambú e esclarece que “um verdadeiro professor não leva o nome da classe para fazer a política”.

“Este grupo apoiou o atual presidente em 2019, onde alguns foram nomeados Diretores das escolas. E o dito Coordenador não foi nomeado porque pediu o liceu nacional Kwame Nkrumah, depois solicitou o  Seni Djassi para falar com o então Ministro da Educação  Arcénio Djibril Baldé para que seja nomeado no liceu nacional,  mas o Seni Djassi não aceitou alegando que um sindicato não faz política partidária e nem entra na jogadas políticas porque não é missão de um sindicalista”, lê -se.

Organizações sindicais lembram que foi Sanhop Sambú que  apresentou ao Ministério da Educação Nacional “uma proposta para fazer o cartão aos professores no valor de 10. 000 fcfa (dez mil) f.cfa, facto que a Frente Comum recusou, porque considerou o ato de corrupção”.

“O próprio Coordenador não é o professor porque não dá aulas, mas sim, verdadeiro militante disfarçado do MADEM-G15”, disse Frente Social.

A Frente Social lamenta e condena o comportamento de Coletivo dos Professores que acusam de estar  “,a procura do protagonismo em nome da classe, para apoiar o regime dos seus partidos”.

Por CNEWS

26/10/2025