Fim de mandato presidencial gera polemica.

16/01/2025 em Política

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Fim de mandato presidencial gera polemica.

Após as Coligações políticas da oposição terem exortado ao chefe de Estado guineense Umaro Sissoco Embaló de que o mandato presidencial caduca a 27 de fevereiro de 2025, pelo que exigem criação de espaço de diálogo inclusivo para fazer face a impasse política prevalente no país desde a dissolução do parlamento.. 

Desta vez, é a Plataforma Republicana “Nô Kumpu Guiné”  que disse esta quinta-feira (16.01) que “o mandato do Presidente da República, Umaro Sissoco Embaló, vai terminar a 4 de setembro de 2025, não em 27 de fevereiro próximo”.

“(…) O  mandato presidencial de Sissoco Embaló termina em setembro deste ano, porque foi no mesmo mês, em 2020, que o Supremo Tribunal de Justiça confirmou o início do mandato do Chefe de Estado”, sustentou a Plataforma liderada pelo Botche Candé, replicando no Comunicado a imprensa que “a marcação das datas das eleições legislativas e presidenciais é da exclusiva competência do Presidente da República, em conformidade com as leis do país”.

Não obstante as divergências sobre o mandato presidencial entre os principais forças políticas do país, no que tange as recomendações de Comunidade Económica dos Estados de África Ocidente, as Coligações políticas convergem-se para “a organização sub-regional manifestou o interesse em apoiar a Guiné-Bissau no processo eleitoral”.

Fazem parte da Plataforma Republicana “Nô Kumpu Guiné”, além do Partido dos Trabalhadores Guineenses (PTG), o Partido da Renovação Social (PRS) - ala de Félix Nandunguê - o Movimento para Alternância Democrática (MADEM –G15) – ala de Satu Camará, o Partido Luz da Guiné-Bissau (PLGB), ente outros.

Capital News/CFM

Por CNEWS

16/01/2025