SÍMBOLO DA LIBERDADE E RESILIÊNCIA

06/03/2025 em Sociedade

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SÍMBOLO DA LIBERDADE E RESILIÊNCIA

Este dia serve e servirá para lembrar, (re) homenagear até sempre o Herói LASSANA CASSAMA, comunicador de excelência, um exímio jornalista, versátil, arquiteto multifacetado, empreendedor e que simplesmente o sistema quis engolir, sepultar vivo, desafiando toda "lei da gravidade", tudo que é certo, digno e da lei que rege uma sociedade culta de humanos emancipado.

Podem estar certo que não estou exagerando, nem impingir algo que não é do seu índole pessoal ou profissional, sei e sou testemunho ocular, da nossa correria, coragem e riscos em investir intelectualidade e economia num setor quase sem retorno, sobretudo financeiro, para defender a verdade e o interesse público e contribuir na emancipação do nosso povo incutindo a consciência crítica para que todos possamos "andar com os nossos próprios pés e pensar com a nossa própria cabeça".

Defender o património comum, ao qual de quatro em quatro ou de cinco em cinco anos vem nos implorar (pedir votos) para lhes empregar.

Esse é o propósito de LASSANA CASSAMA, JORNALISTA, EMPRESÁRIO NO RAMO DA COMUNICAÇÃO SOCIAL.

Preparei essa homenagem, era para o dia 13 de fevereiro, em que se celebrou o dia mundial da rádio, para também parabenizar todos os profissionais da Rádio especialmente aos mártires do atual sistema de governo (DESPOTISMO) na Guiné-Bissau, embora todos somos.

Uns por se venderem, outros pela defesa do interesse público e da verdade.

A rádio Capital e seus profissionais tornaram no símbolo da nossa resistência, força da nossa resiliência na erra atual e o arquitecto, cérebro dessa magnífica obra intelectual, aqui rendemos homenagem.

Por uma simples razão: a obra ou a criação não é mais honrosa que o criador. Jack Bauer (como Sabino Santos o apelida) LASSANA CASSAMA é um líder nato, proativo, influente e comprometido com o seu país e com a sua profissão, líder da sua geração e o mais destacado sempre entre todos e de todos o que provoca inveja e tentativas de destruir suas obras, travar suas ações que apenas visa beneficiar o guineense.

Nunca ninguém na Guiné-Bissau foi perseguida, atacada brutalmente e destruída materiais e instalações que custou milhões, sem falar em prejuízos humanos que de tudo é o mais grave.

Foi o prelúdio de uma saga de terror para amedrontar tudo e todos com vista a implantação do regime terroristas e ditatorial, ao qual imprensa séria alvo principal, para se conseguir escamotear toda arquitectura do autoritarismo que se pretende impor no país e a rádio Capital e seu obreiro custou sangue, suor e recursos, o preço da liberdade, independência e defesa da verdade.

Pedro Luca Mendes de Carvalho

Por CNEWS

06/03/2025